Réquiem à Dona Madalena Nebó

 

“Que Jesus o faça santo e lhe conceda todo o bem que desejar para outras almas”!

São Pio de Pietrelcina (1887-1968)

 

Apesar de o vocábulo adeus (a + Deus) expressar serenidade, pois traz em seu íntimo uma mescla de esperança, confiança num destino comum e fé no Criador, não deixa de ser, na prática, um modo de cumprimento inexoravelmente derradeiro, de difícil digestão.

 

Embora soubéssemos que dona Madalena Nebó (eu jamais consegui chamá-la sem o pronome de tratamento “dona” ou “senhora”, como sempre o fiz, informalmente com seu dileto esposo, ambos amicíssimos meus) estivesse lutando há dois anos e meio com uma neoplasia de mama, comovemos-nos com sua partida ocorrida na noite do dia 20 de fevereiro, véspera do período quaresmal. Seu velório, na manhã seguinte, coincidiu com a Quarta-Feira de Cinzas, dia em que na liturgia da Igreja Católica tem-se tornado secular a imposição de cinzas na testa dos fiéis, recordando que somos frágeis, passaremos pela morte – somos pó, como cinzas –, e de que a ele (pó) haveremos de voltar (Gn 3, 19), por mais robusta que seja a saúde que experimentamos e por mais elástico que seja o tempo de existência que poderemos ter. Giuseppe Gioacchino Belli (1791-1863), poeta italiano, sintetizara num de seus versos que “A morte está escondida nos relógios”.

 

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Dona Madalena Nebó na Semana da Academia Brasileira de Médicos Escritores – Abrames, no Rio de Janeiro, em novembro de 2001.

 

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Sempre presente, dona Madalena Nebó participou também da VIII Jornada Médico-Literária Paulista realizada em Serra Negra – SP, em setembro de 2005.

 

 Assim, a celebração da Quaresma nos lembra ano a ano nossa rápida volatilidade. Diante da doença e, particularmente da morte, não há espaço para gabarolice, presunção, vaidade, arrogância e soberba. Ao contrário, ela nos irmana no mesmo denominador comum, nos iguala, nos apequena, nos humilha, nos desarma e nos interroga.

 

Dona Madalena J. G. Musetti Nebó era natural da capital paulista e oriunda de descendentes italianos, assim como tantos outros que viveram e que vivem nesta cidade e no Brasil.

 

Era membro fundador da Sobrames de São Paulo, sócia das primeiras horas, ou melhor, de todas as horas, de todos os momentos, alegres e tristes. Tinha um caráter reto, honesto, simples, cordato. Era culta e querida por todos, em virtude de sua simpatia, delicadeza e amabilidade.

 

Desde os albores da Sobrames – SP, em setembro de 1988, até o final de 2006, sempre cedeu sua confortável moradia, para que nela funcionasse não somente a sede da entidade, como também reuniões da diretoria, ordinárias e extraordinárias, vernissages e lançamento de livros. Estava sempre disposta a privar de seu conforto pessoal e familiar em favor de uma causa nobre. Seu delicioso cafezinho e quitutes sempre estiveram presentes nas nossas reuniões.

 

Dona Madalena Nebó era discreta, à semelhança do jeitinho mineiro. Todavia constituía-se num verdadeiro esteio na entidade e na vida de seu esposo. Diz o ditado popular que por trás de um grande homem sempre existe uma grande mulher. Não temos dúvida nenhuma em afirmar que ela proporcionou, ao grande amor de sua vida, os frutos e as recompensas que ele – Flerts Nebó –, com certeza, obteve e tem obtido em sua trajetória familiar, profissional, social, econômica, cultural e literária.

 

A propósito, deve-se frisar que dona Madalena Nebó se destacou também por possuir virtudes consideradas hoje, mais do que nunca, heroicas: caridade, fidelidade, comprometimento, honradez, perseverança, decoro, dentre tantas outras que se encontram empoeiradas não somente na juventude de hoje, mas também em seus próprios progenitores.

 

Apenas o exemplo de seu matrimônio com Flerts Nebó ocorrido há 55 anos (!), poderia ser citado para testemunhá-las, além de outros nobres predicados que possuía. Desse consórcio teve o privilégio de ter sete filhos e dez netos.

 

Dona Madalena Nebó nos deixou aos 80 anos. Viveu intensamente sua existência ao lado de seu esposo e de seus familiares. Eles se curvaram emocionadamente para dar-lhe seu último ósculo – o do adeus –, antes que o ataúde fosse fechado definitivamente. Por traz desse simples gesto, repetido por sua grande família, estava estampado o muito que ela significou a cada um deles. Verdadeiramente, parte de suas vidas se foi. Para o amigo Flerts Nebó, temos certeza de que foi sua maior parte.

 

O escritor canadense Gaston Miron (1928-) já dissera certa vez que ninguém aqui morre só a sua morte; é um pouco de nós todos que se vai, e naquele que nasce há um pouco de todos nós, que se torna outro”.

 

Com certeza ela está com Deus a quem muito amou e a quem muito serviu ao largo de sua existência. Ele saberá dar aos seus familiares, através da fé, o verdadeiro consolo e as necessárias forças para continuar a contento suas trajetórias, apesar de terem perdido parte de si mesmos.

 

 


[*]O Bandeirante. Ano XV – no 171 (fevereiro): 1, 2007.

 

Publicado em: às 13 de outubro de 2009 em 19:52  Deixe um comentário  

Trocando o Bastão

 

“O consenso é a negociação da liderança.”

 Margaret Hilda Roberts Thatcher, ex-primeira ministra britânica.

Quando exercemos a presidência da Sobrames Nacional (1998-2000), procuramos valorizar o momento solene de posse da nova diretoria. Pensamos num símbolo que o presidente deveria receber que significasse não somente a transferência do poder, do mandato, mas igualmente a responsabilidade do cargo assumido. O símbolo sempre encerra algo de ilustrativo e de pedagógico, além de tornar visível o que por vezes é inaparente.

Assim, a exemplo da tradição que vige, há décadas, na Sociedade Brasileira de Urologia, criamos uma avantajada medalha cujo nome demos de Eurico Branco Ribeiro, nada mais nada menos do que o fundador e patrono da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores. Ela seria única e passaria de presidente a presidente, representando suas atribuições estatutárias enquanto tais. Não seria dele, mas ele a carregaria até o final de seu mandato, quando a entregaria solenemente ao seu sucessor.

Essa singela tradição ocorreu subsequentemente por três ocasiões (2000; 2002 e 2004), sendo ignorada, infelizmente, no XXI Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, realizado em Maceió – AL (2006), prática essa que foi substituída pela colocação de uma faixa escapular em diagonal ao tronco.

Lembramos que o confrade Walter Whitton Harris, enquanto presidente da Sobrames de São Paulo (1999-2000), inspirado no exemplo da Sobrames Nacional, ficou igualmente estimulado em criar um símbolo de transmissão do cargo de presidente por ocasião de sua posse. Após refletir sobre o assunto, resolveu criar um bastão. Sim, a entrega de um bastão, artisticamente entalhado, seria o símbolo da posse solene do presidente e de sua diretoria.

Sua alegoria tem inspiração no atletismo, nas corridas de revezamento, em que os atletas correm na pista dando o máximo de si em seu percurso e, à medida que um vai se aproximando do ponto de partida, outro membro de sua equipe já começa a correr paralelamente para pegar o bastão em andamento, não perdendo tempo, objetivando também dar, da mesma forma, o máximo de si, situação essa que se repete por mais duas vezes com outros atletas.

Na Sobrames – SP os atletas são as sucessivas diretorias coordenadas pelo seu presidente, que se revezam nos mandatos, procurando fazer o melhor que podem pela entidade. Na presente gestão, procuramos dar largada antecipada, correndo paralelamente para pegar o bastão no movimento da corrida, pois temos participado, há meses, de diversas reuniões da diretoria que nos antecedeu, como também convocamos, após a nossa eleição, em setembro passado, três reuniões oficiosas com a chapa que ora está empossada.

Torna-se preeminente salientar que o bastão na Sobrames – SP, que representa o comando da entidade, não deve ser carregado ou atribuído apenas ao seu presidente. Por isso, fizemos questão ao tomar posse solene na Pizza Literária de 21 de dezembro de 2006, de não somente segurarmos isoladamente o bastão, mas propiciar a todos os membros da diretoria que o fizessem. Esse pequeno gesto simboliza que, em nossa chapa – “Amor à Sobrames – SP” –, todos os membros da diretoria, indistintamente, terão voz e vez, ou seja, que o poder será descentralizado e extensivo a todos pela força da democracia, e não pela democracia da força, em consonância com uma filosofia de trabalho participativa nas ações e resultados, pois nada mais desonroso do que assumir cargos meramente de forma perfunctória.

 

Com isso almejamos um trabalho de equipe em que cada qual, ao dar do melhor de seus dons, completa as deficiências de outrem, contribuindo sinergicamente para a causa da Sobrames paulista. Com melhores palavras se expressou Jean-Paul Sartre (1905-1980), filósofo e escritor francês: o homem não é a soma do que tem, mas a totalidade do que ainda não tem, do que poderia ter.” Na contramão dessa máxima, encontra-se outra, infelizmente aterradora e verdadeira, de outro escritor francês – Luc de Clapiers Marquis de Vauvenargues (1715-1747): “os homens estão dispostos a ser prestáveis até ao momento em que têm poder.” Que Deus nos livre dessa última e nos dê, além de sabedoria e humildade, o despojamento de sabemos ser meramente efêmeros.

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 Diretoria executiva da Sobrames – SP, biênio 2007-2008. Da esquerda para a direita Ligia Terezinha Pezzuto, Maria do Céu Coutinho Louzã, Josyanne Rita de Arruda Franco, Helio Begliomini, Evanir da Silva Carvalho e Marcos Gimenes  Salun. 


[*] O Bandeirante. Ano XV – no 170 (janeiro): 1, 2007.

Publicado em: às 13 de outubro de 2009 em 19:45  Deixe um comentário  

Recomeçar e Reconhecer: Editorial dos Erres

 

Daí, pois, ao vosso servo um coração sábio,

 capaz de julgar o vosso povo e discernir entre o bem e o mal (…)”.

 Oração de Salomão – I Reis 2:9.

 

Estamos em dezembro de 2006, prestes ao início de uma nova gestão na querida Sobrames – SP. A consciência de que os dirigentes enquanto tais estão escrevendo automaticamente a história de sua agremiação e, que esta transcenda a própria materialidade de seus seres, não se faz presente de modo notório em nossa cultura.

 

Temos clara ciência de que estaremos recomeçando uma nova etapa na história da entidade. Daí ser oportuno renovar sua tábua diretiva com novos talentos; reciclar conceitos, reconhecer valores, reencontrar velhos companheiros, restaurar o equilíbrio, readquirir a confiança, recanalizar energias; reequilibrar o prumo, reconhecer e resgatar nosso passado, restabelecer a harmonia, realinhar nossa trajetória, reabastecer inspirações, reconciliar desejos, ruir a indiferença, reabastecer amizades, reaproximar de outras regionais, revitalizar o ânimo, ressurgir projetos, relevar mágoas, reparar avarias sofridas, renascer a paz, responder aos novos desafios, reacender a esperança, enfim, rumar ao futuro com as baterias recarregadas e as velas plenamente enfunadas. E estas palavras assumem um sabor especialíssimo por estarmos no mês de Natal, quando toda a cristandade comemora o nascimento do Salvador, nosso senhor Jesus Cristo.

 

A Sobrames – SP tem-se destacado ao largo dos anos não somente pelas qualidades humanas e literárias de seus participantes, como também pela enorme quantidade de serviços que presta aos seus membros, desproporcionalmente grande em função do número diminuto de associados que a mantém financeiramente. Para que tudo isso continue, deve, necessariamente, contar com uma diretoria despojada e desmedidamente atuante.

 

Sabemos que a grande maioria dos associados gosta de frequentar nossas reuniões sociais, ler seus trabalhos e ouvir os dos outros companheiros; participar de nossos concursos, antologias, coletâneas, jornadas; receber o informativo O Bandeirante… mas nem todos “podem” ou desejam disponibilizar parcas horas de seu precioso tempo para que a entidade continue funcionando em benefício da coletividade.

 

Neste cenário, a atual diretoria está muito empenhada em abrir suas reuniões a todos aqueles que não somente delas desejam participar, fazendo críticas, trazendo ideias, oxigenando o ambiente, mas, sobretudo, agregando muita vontade de trabalhar. Como é bom escutar sentenças como “o que eu posso fazer para ajudar?”; “eu tenho essa ou aquela ideia para a entidade e, se aprovada, poderia desenvolvê-la”; “vocês gostariam que eu fizesse isso ou aquilo?”; ou, ainda, “neste ou naquele projeto eu gostaria de participar. Posso?”. Tenham certeza de que quaisquer ações em prol da Sobrames – SP, desde que aprovadas pela diretoria, a resposta só poderá ser afirmativa.

 

Durante este ano participamos inicialmente a convite e, posteriormente, por nossa própria iniciativa, de várias reuniões da diretoria que ora conclui seu mandato, e com total espírito de colaboração. Somos testemunha do trabalho e da dedicação de seus membros à causa da entidade.

 

Por isso gostaríamos de reconhecer o labor, o desprendimento, o carinho e o amor que nossos companheiros, ora membros da diretoria que finda seu mandato, devotaram à Sobrames – SP. Essas palavras de elogio assumem maiores proporções, considerando os injustos e desgastantes danos morais sofridos em 2005; os problemas profissionais e familiares que a todos invariavelmente acometem; as agruras de doenças inevitáveis infligidas a entes queridos pela insidiosa e misteriosa saga da vida; além da desolação da morte que surpreendeu a família de um de seus diretores pela irreparável perda de um filho.

 

Reconhecer os valores das pessoas é sempre necessário, justo e salutar. Assim, consignamos nosso preito de gratidão, gritos de alegria e ovação de louvor aos membros da diretoria que deixa a entidade. Somos orgulhosos de ser seus amigos. Somos envaidecidos por ser membro da querida Sobrames de São Paulo, celeiro não somente de talentosos escritores, briosos companheiros, mas também de verdadeiros heróis.

 

Rogamos a Deus por eles, pois nos legaram exemplos da estatura dos grandes homens.

 

Que neste biênio, a exemplo do anterior, o Senhor nos conceda saúde, mas também traços da humildade, da firmeza, da lucidez e da sabedoria de Salomão (1032-975 a.C.) para coordenar nossa diretoria, a fim de que a nossa querida Sobrames – SP cresça com o desprendimento e o engrandecimento de seus membros.

 


[*]O Bandeirante. Ano XV – no 169 (dezembro): 1, 2006. Escrito na condição de presidente eleito da Sobrames – SP para o biênio 2007-2008.

 

Publicado em: às 13 de outubro de 2009 em 19:26  Deixe um comentário  

Por que “Amor à Sobrames – SP”?

 

“Ninguém ama aquilo que não conhece.”

 Santo Agostinho (354 – 430 d.C.)

 

Até há alguns meses, jamais passaria pela minha mente em candidatar-me à presidência da Sobrames paulista. Pensava que, por ser o mais antigo membro do Estado de São Paulo filiado à Sobrames, e o fizera desde maio de 1986, na regional do Rio de Janeiro; por ter sido um dos membros fundadores da Sobrames – SP (1988); duas vezes seu vice-presidente (1988-1990 e 1990-1992); uma vez seu presidente (1992-1994), e por ter participado das cinco primeiras diretorias, além de ter sido secretário-geral (1994-1996) e presidente da Sobrames nacional (1998-2000), já tivesse prestado meu serviço administrativo a essa nobre entidade.

 

Entretanto, algumas ações irresponsáveis e isoladas levadas a cabo no primeiro semestre de 2005 fizeram com que a nossa regional quase soçobrasse. Naqueles momentos de infortúnio não pude deixar de me lembrar da lição de Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), filósofo romano: “a quem beneficia o delito, esse é o seu autor”. Nos tristes desdobramentos dessa turbulência de proporções calamitosas e de mau agouro, houve, infelizmente, o pedido de demissão da presidente Karin Schmidt Rodrigues Massaro, fato único na história da nossa regional.

 

Nessa situação constrangedoramente adversa, somada a outros delicados problemas de saúde que envolvia e têm envolvido familiares de vários diretores ora vigentes, fui, reiteradamente, instado por velhos amigos a compor uma chapa para a sucessão na entidade, embora, no início, tentasse relevar ou mesmo tergiversar, não considerando seriamente essa proposta.

 

A tarefa era hercúlea, não somente pelo clima de rescaldo vigente, mas também pelos diversos compromissos com a profissão e com outras entidades às quais pertenço, aliás, que também têm me consumido muito tempo.

 

Contudo, o amor à Sobrames – SP falou mais alto. E esse amor nasceu bem antes do alvorecer da regional paulista, pois já pertencia há dois anos e meio da seccional fluminense.

 

Juntamente com Flerts Nebó e Luiz Jorge Ferreira – únicos remanescentes da fundação da Sobrames – SP –, enfrentamos grandes problemas e as mais diversas dificuldades para dar a ela sobrevivência ao largo dos anos. Com certeza, o amor que tenho à Sobrames – SP fará com que a ela acrescente horas em sua administração, que necessariamente serão subtraídas de outros compromissos previamente empenhados.

 

O tempo é longo ou exíguo, ou melhor, é o mesmo para todos. Tenho plena ciência que ter ou não tempo é puramente uma questão de prioridade. Assim, entre tantas circunstâncias a optar e um passado que não merece ser desvalorizado, me convenci de que a Sobrames – SP é uma grande prioridade. Por sinal, uma escolha muito prazerosa.

 

Destarte, achei que nada melhor do que assinalar como lema desta chapa “Amor à Sobrames – SP”. Que esse amor seja transbordante e prolífico não somente dentro da diretoria, como dentre nossos diletos confrades e confreiras. Que todos possamos dar um pouco de nós à nossa querida regional, pois ela tem proporcionado a todos os seus membros muito enlevo, relaxamento, cultura, inspiração, estímulo, descontração, amizades e oportunidades ímpares de se entreter, ouvindo e lendo trabalhos dos associados, além de propiciar que nossos próprios textos sejam lidos, ouvidos e publicados.

 

Que Deus esteja com todos os membros da diretoria, assim como com seus associados, e nos ajude para que juntos possamos realizar frutuosos empreendimentos neste biênio que em breve se iniciará!

 

 


[1] O Bandeirante. Ano XIV – no 168 (novembro): 1, 2006. Escrito na condição de presidente eleito da Sobrames – SP para o biênio 2007-2008.

 

Publicado em: às 13 de outubro de 2009 em 19:20  Deixe um comentário  
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