“Um por Todos e Todos por Um!” [1]

  “Era mais importante ensinar a humildade aos amigos do que desafiar os inimigos com a verdade.”

 Santo Agostinho (354-430, sermão 284)

 

“Um por todos e todos por um!” Quem não conhece esse hino de “guerra” muito usado em competições esportivas, gincanas e disputas envolvendo times?

 

Ele realmente acirra os ânimos da equipe, eleva o brio dos participantes, enfim, motiva-os para a consecução de um objetivo comum: vencer a partida, a competição ou o campeonato. Torna-se extremamente oportuno relembrá-lo por ocasião da realização da 15a edição dos Jogos Pan-Americanos a ser realizada de 13 a 29 de julho, na cidade do Rio de Janeiro.

 

O Brasil volta a receber os jogos Pan-Americanos após 44 anos. Outrora, em 1963, a cidade que os recebeu foi São Paulo e para cá se dirigiram 1.655 atletas de 22 países, em 19 modalidades esportivas. Agora a cidade maravilhosa receberá 5.500 atletas de 42 países, que disputarão 34 modalidades esportivas, com um orçamento estimado de 3,7 bilhões de reais!

 

Um por todos e todos por um! Vale destacar que esse grito de autoestímulo não se aplica a competidores isolados. Ele certamente foi criado para incitar uma equipe como um todo diante de uma emulação qualquer, por mais desafiadora que seja. Nele os participantes colocam suas individualidades e potencialidades para a obtenção de um bem maior e comum. Não é pertinente que um ou outro queira se evidenciar buscando causa própria, ou que os louros da vitória sejam atribuídos a si mesmo. Ao contrário, num trabalho de equipe existe homogeneização de interesses e acréscimos de talentos. Os atletas reservas são tão importantes quanto os titulares e o revezamento se torna salutar não somente para ambos, mas muito mais para a equipe, pois será ela quem receberá o orgulho da vitória, ou amargará a desolação da perda.

 

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[1] O Bandeirante. Ano XV – no 175 (junho): 1, 2007.

 

Conquista pelo Brasil do hexacampeonato da Liga Mundial de Vôlei, na França, em agosto de 2006.

 

A atual diretoria da Sobrames – SP tem almejado realizar não somente um trabalho de equipe com os membros da diretoria executiva, mas também uma interação como os membros efetivos e suplentes do conselho fiscal, assim como com os demais associados. Esses, no time diretivo da Sobrames – SP, poderiam ser considerados reservas, entretanto, gostaríamos e temos observado que alguns deles têm dado também a sua efetiva contribuição como titulares, em trabalho de revezamento e de soma.

 

Não se pretende que seja engrandecido o presidente ou a diretoria isoladamente, mas, sim, única e exclusivamente a entidade. E nesse certame necessitamos de muitos jogadores, pois o páreo é longo, com muitos e difíceis obstáculos para serem vencidos. Não rejeitaremos os atletas que queiram disponibilizar seus talentos em prol da entidade, ainda que não possam participar das reuniões da diretoria. Há muitas tarefas que podem ser feitas nos bastidores e são de grande importância. Afinal, o que seria dos atletas sem uma outra equipe basilar que lhes fornecesse todos os subsídios de logística para viabilização de uniformes, passagens, patrocínio, passaportes, condicionamento físico, restabelecimento da saúde, hotelaria…?!

 

Talvez a seleção brasileira de futebol que competiu na última Copa do Mundo, em 2006, na Alemanha, não sirva de exemplo, pois parece que as vedetes internacionais que lá desfilaram estavam muito mais preocupadas com a situação individual do que com a coletiva. Aliás, a falta de garra e de empenho contribuiu também pelo fracasso apresentado. Ao contrário, o exemplo da seleção brasileira de vôlei, quer masculina quer feminina, tem mostrado ao longo dos anos um trabalho homogêneo, constante e crescente,  no qual não faltam espírito de equipe, vontade de ganhar e amor à camisa.

 

“Para um bom entendedor, meia palavra basta”, diz o velho dito popular. Resta saber de você, caro confrade ou confreira da querida Sobrames – SP, em qual atividade poderia colaborar com espírito de equipe, desprendimento e amor à nossa causa. Lembra-se de que estar presente e torcer já é uma grande colaboração. Mas a Sobrames – SP necessita de algo mais. Deixaremos para que você mesmo(a) sugira e diga-nos em que posição gostaria de ser escalado(a) para que o nosso time seja melhor, mais participativo, mais atuante e mais vitorioso.

 

A Sobrames – SP muito lhe agradecerá!

Publicado em: às 16 de outubro de 2009 em 17:03  Deixe um comentário  

Procura-se uma Sede – Reminiscências Históricas de um Antigo Sonho

 “Um homem percorre o mundo inteiro em busca daquilo que precisa e volta à casa para encontrá-lo.”

 George Augustus Moore (1852-1933), escritor irlandês. 

 

 

Em setembro de 2006, a Sobrames – SP completou seu 18o aniversário, aliás, de mui profícua existência, com um grande dossiê de serviços prestados aos seus sócios e à sua causa.

 

Com sua maioridade, achamos que seja hora deveras oportuna de repensar num antigo sonho acalentado desde nosso primeiro mandato à frente desta seccional (1992-1994), qual seja o de ter um domicílio próprio.

 

Desde a fundação da regional paulista da Sobrames – SP, em 16 de setembro de 1988, sua sede tem funcionado na casa do confrade Flerts Nebó, com exceção do período de 1994-1996. Somos testemunha do carinho e da acolhida constantes que ele e a sua esposa, Madalena J. G.Musetti Nebó, deram em sua residência à entidade, assim como a todos os membros das sucessivas diretorias.

 

Historicamente, salientamos que, ainda em nossa primeira gestão, conseguimos um espaço no edifício da Associação Paulista de Medicina – APM para que nossas reuniões de diretoria pudessem ser lá realizadas. Entretanto, na ocasião, os demais membros da diretoria não viam claramente a necessidade de se ter esse espaço. Alguns temerosos, até contra-argumentaram que a Sobrames – SP poderia sofrer ingerências administrativas dessa respeitável instituição médica. Como somos democrata, declinamos essa chance de ouro, pois poderíamos ter projetado a entidade de forma mais efetiva e, com isso, amealhado muito mais sócios do que da forma isolada como nos encontramos hoje.

 

Sucedeu-nos na presidência da entidade Carlos Luiz Campana (1994-1996). Infelizmente, sua gestão foi turbulenta, gerando, dentro da diretoria, um clima desfavorável de trabalho em equipe, com vários pedidos de demissão durante seu mandato. Apesar do ambiente pouco motivador, ficamos participando ativamente, junto a outros três diretores, até o final da gestão, ajudando-o a cumprir suas metas. Perboyre Lacerda Sampaio, à época desempenhando a função de orador, apesar de não participar ativamente, cedeu as dependências de seu consultório e de sua casa durante essa gestão, para que nelas fossem realizadas as reuniões da diretoria.

 

Campana conseguiu, quase ao término de seu mandato, uma sala na Associação Paulista de Medicina para uma sede. Embora fosse pequena e modesta, transportou para lá todo o acervo de livros que a Sobrames – SP dispunha. Entretanto, o ambiente negativo e conturbado que foi anteriormente criado fez com que a diretoria que o sucedesse, liderada por Paulo Adolpho Leierer (1996-1998), retornasse, de imediato, o acervo de livros à casa de Flerts Nebó que, posteriormente, em sua maior parte, foi doado também por falta de espaço. Assim, perdeu-se pela segunda vez um espaço ou mesmo uma boa proximidade com a tradicional APM e, consequentemente, com significativa parcela da classe médica.

 

Neste breve testemunho de resgate histórico, devemos agradecer aos confrades Flerts Nebó e sua esposa, Madalena Nebó, por terem cedido gentilmente sua moradia até o término da gestão passada, condição necessária para que a entidade se mantivesse atuante.

 

Vários membros da atual diretoria já ofereceram seus consultórios e domicílios, inclusive Flerts Nebó, para as reuniões administrativas. Entretanto, em consenso, os membros da mesma diretoria julgaram que a sociedade deva, necessariamente, procurar seu próprio espaço, tanto independente quanto possível. A Sobrames – SP, que se emancipou em idade, necessita também se emancipar em seu território. Faz-se mister que ela tenha um domicílio próprio, impessoal, gratuito e desvinculado das residências de seus associados, a fim de que seu arquivo e acervo sejam devidamente guardados e organizados, e que os trabalhos e feitos de seus membros sejam protegidos, catalogados, divulgados, enaltecidos e perenizados.

 

A busca por uma sede é um antigo desejo de alguns membros da entidade e uma das metas desta diretoria. Entretanto, sabemos o quão difícil ela é. Contamos pressurosamente com a ajuda e a influência de todos(as) os(as) nossos(as) associados(as) neste desiderato, pois entendemos que este é um bem que extrapola uma pessoa, uma gestão, um mandato, uma diretoria. Só dessa forma, a mais profissional e independente possível, a saga histórica da entidade – com seus fatos, feitos e fotos –, e a memória de seus membros, através da imortalidade de suas obras, poder-se-ão se manter incólumes durante as próximas décadas ou séculos. Quem poderá nos ajudar nesta nobre causa?

 


[*] O Bandeirante. Ano XV – no 174 (maio): 1, 2007.

 

Publicado em: às 16 de outubro de 2009 em 16:57  Deixe um comentário  

Instituídos mais dois Prêmios na Sobrames- SP

 “O esforço dirigido a um objetivo tem sempre por prêmio, com a consecução daquilo a que se aspira, a satisfação que o triunfo proporciona.”

 Thomas Wittlam Atkinson (1799-1861), arquiteto e escritor inglês.

 

 

Premiar é um verbo de dupla via. Premiar tem como sinônimo estimular, desenvolver, valorizar, enaltecer alguém através de sua obra ou feitos e ser premiado é ser reconhecido, merecido, ou distinguido entre seus pares.

 

Cada vez mais clubes de serviço, associações esportivas, empresas, entidades culturais, filantrópicas, científicas e profissionais, inclusive dentro das mais diversas sociedades de especialidades médicas, têm instituído concursos, a fim de fomentar entre seus participantes ou associados um maior empenho em suas tarefas, um maior rendimento na consecução de determinadas metas ou produção de melhores trabalhos. Por vezes, certos prêmios visam identificar virtuoses, reconhecer pessoas abnegadas que atuaram de forma exemplar, ou evidenciar profissionais que representaram de forma notória uma entidade ou um segmento associativo.

 

É próprio do ser humano querer receber afagos por aquilo que faz, sobremodo quando o realiza com distinção. Elogiar quando atitudes, projetos, empreendimentos ou trabalhos são meritórios é, ao mesmo tempo, observar, acompanhar, comparar, reconhecer e estimular pedagogicamente outras ações similares ou melhores do que aquela.

 

A prática de prêmios na Sobrames – SP data de 1997, quando, na gestão de Paulo Adolpho Leierer (1996-1998), foi instituído o concurso para “A Melhor Poesia do Ano”, que recebeu o nome de Prêmio “Bernardo de Oliveira Martins”, grande e alegre poeta de nossa regional que havia falecido há pouco tempo. Em 1999, na gestão de Walter Whitton Harris (1999-2000), foi instituído por analogia o concurso para “A Melhor Prosa do Ano”. Dessa vez, a diretoria que vigia resolveu homenagear alguém muito atuante, primordial, verdadeira viga-mestra para a entidade, e concedeu o nome de Prêmio “Flerts Nebó”, ao confrade que foi co-fundador, primeiro presidente e grande trabalhador pela causa da Sobrames – SP. Em 2003, no início da gestão de Luiz Giovani (2003-2004), foi criado o PrêmioSuperpizza”, que ocorre a cada trimestre com início no mês de janeiro. Trata-se de uma emulação que tenciona desenvolver a criatividade dos autores para que produzam seus textos em prosa ou verso a partir de um tema previamente sugerido.

 

Esses três prêmios são de cunho estritamente técnico, ou seja, os associados são avaliados pelo trabalho literário produzido. Desde quando planejávamos voltar à administração da entidade, tencionávamos criar dois novos prêmios de caráter participativo. A ideia foi amplamente discutida em várias reuniões oficiosas e oficiais da atual diretoria e democraticamente aceita.

 

Assim, foram criados os Prêmios “Melhor Desempenho na Sobrames – SP” e o Prêmio “Assiduidade”. O Prêmio “Assiduidade” será outorgado para aquele(s) membro(s) que participar(em) do maior número de Pizzas Literárias ao longo do ano, tendo duas modalidades: Grande São Paulo e Interior.

 

O Prêmio “Melhor Desempenho na Sobrames – SP” será concedido anualmente a um só membro que participar do maior número de atividades promovidas através ou apoiadas pela Sobrames – SP. No regulamento há uma discriminação de quais são as atividades passíveis de serem premiadas com os respectivos pontos. Foi decidido também que a pontuação será levada em consideração já a partir de janeiro de 2007, e seu gerenciamento ficará a cargo da 2a tesoureira, Ligia Terezinha Pezzuto.

 

A fim de homenagear sócios que representaram ou que ainda representam valores literários e/ou associativos à nossa entidade, cada membro da diretoria executiva e do conselho fiscal (titulares e suplentes) presentes nas reuniões da entidade, indicou secretamente três nomes que formaram uma relação de quatorze elegíveis. Foram obstados de serem indicados os nomes de Bernardo de Oliveira Martins, Flerts Nebó, por já terem seus nomes vinculados a prêmios anuais, e o de Helio Begliomini, por ser o atual presidente da Sobrames – SP e por ter sido o idealizador de tais honrarias.

 

Os quatorze diferentes nomes previamente indicados entraram numa cédula e, através de nova votação secreta dos membros da diretoria e do conselho fiscal (titulares e suplentes), foram apurados os dois mais votados. Assim, o Prêmio “Melhor Desempenho na Sobrames – SP” será chamado de Prêmio “Aldo Miletto” e o Prêmio “Assiduidade” receberá o nome de Prêmio “Rodolpho Civile”.

 

Com isso, verifica-se na regional paulista da Sobrames um reconhecimento a dois dentre tantos outros membros que ao largo de dezoito anos de profícua existência lhes são muito caros, ação lidimamente anti-iconoclasta, através da força da democracia, exercida serenamente dentro da diretoria e do conselho fiscal.

 

A atual diretoria espera que esses dois galardões venham não somente distinguir e reconhecer confrades e confreiras presentes e atuantes, mas também, fomentar maior participação associativa, fortalecendo assim, ainda mais, nossa entidade.

 


[*] O Bandeirante. Ano XV – no 173 (abril): 1, 2007.

 

Publicado em: às 16 de outubro de 2009 em 16:55  Deixe um comentário  

Metas Basilares

 “Por detrás das vitórias de Alexandre, encontramos sempre Aristóteles.”

 Charles André Joseph Marie de Gaulle (1890-1970), general francês.

 

Ainda bem antes de ser estimulado a formar uma chapa para concorrer à administração dos destinos da queridíssima Sobrames paulista – biênio 2007-2008 –, fui convidado por diversas vezes para participar de reuniões da diretoria, então vigente.

 

Apesar de ser um dos fundadores dessa regional e de ter acompanhado, prestigiado e mesmo participado da imensa maioria de seus projetos, atividades e realizações ao longo de seus 18 anos, sempre há o fator surpresa quando se passa da condição de meros espectadores para a de protagonistas. Aqueles podem facultativamente assistir, frequentar, apoiar, criticar, aplaudir, incentivar, desprestigiar e até se omitir, enquanto estes são os responsáveis pelo “fazer acontecer”, ou seja, “tornar concreta” a virtualidade das ideias e dos ideais; executar ações que viabilizem a estrutura administrativa e a logística da entidade, tarefa trabalhosa e complexa, sobremodo numa entidade paradoxalmente farta de seletos valores humano-culturais, mas dotada de parcos recursos econômicos.

 

Assim, após decidir formar uma chapa e concorrer ao pleito em setembro de 2006, achei por bem continuar frequentando as reuniões da diretoria, pois muito tem sido feito na entidade e pela entidade, nas sucessivas diretorias que se têm revezado no poder.

 

A fim de “pegar o bonde andando” (perdoem-me os jovens, pois, provavelmente nunca viram um bonde parado, quanto mais andando!) estimulei a todos os componentes da atual diretoria, que inclui quatro debutantes novéis na administração da entidade, que participassem de reuniões mensais oficiosas. E assim fizemos durante três meses subsequentes à nossa eleição, antes mesmo da posse.

 

Essas reuniões foram sobejamente proveitosas e conseguimos delinear algumas propostas basilares. Ei-las:

 

Manter todas as conquistas das diretorias precedentes. Quando se analisa os diversos projetos que a Sobrames – SP tem rotineiramente feito, que foram consistentes conquistas acumuladas em diversas gestões, verifica-se o muito que ela tem disponibilizado aos seus associados, que podem até não dar o devido valor, sobremodo quando se leva em consideração que são poucas as pessoas que se oferecem para empreendê-los ou colaborar em sua logística. E como preito de reconhecimento aos nossos precedentes, nós os homenageamos com o pensamento em epígrafe de Charles de Gaulle.

 

Buscar um lugar para reuniões da diretoria e espaço para uma sede. Embora houvesse ofertas de residências, assim como consultórios para realizar as reuniões da atual diretoria, seus membros, consensualmente, resolveram optar por um lugar necessariamente não-vinculado ao domicílio de nenhum de seus membros. A entidade recentemente completou 18 anos de existência. Com sua maioridade é hora de tentar alçar voos mais longos e torná-la mais profissional e independente. Entretanto, devemos reconhecer e agradecer aos estimados confrades Flerts Nebó e Madalena J.G.Musetti Nebó por terem gentilmente cedido suas dependências para que a sociedade, desde seu início, realizasse reuniões de diretoria, assim como lançamentos de Coletâneas bienais. Sem essa grandiosa colaboração, talvez não tivéssemos chegado ao presente da forma robusta e organizada como chegamos.  

 

Aumentar o número de sócios: A Sobrames paulista dispõe de um cadastro atual de cerca de 130 pessoas que participam ou que já participaram da entidade, apenas nos últimos anos. Infelizmente, muitos acabam se inscrevendo apenas para receber um certificado. Aproximadamente 1/3 deste modesto contingente costuma estar adimplente com a tesouraria, apesar do valor módico da anuidade. As maiores despesas são fixas e despendidas com a feitura de O Bandeirante, correio, extras das Jornadas e com a Antologia que é bienal, custeada totalmente pela entidade. O Bandeirante e a Antologia são impressos regularmente com 250 a 300 unidades, tiragem essa que proporciona uma melhor relação custo/benefício passível de se obter num orçamento gráfico. Assim, incrementar o número de associados pagantes proporcionará aumento do orçamento e diluição de gastos que não se pode mais reduzir.

 

Entretanto, mais do que se levar em conta o aspecto financeiro, urge que o quadro social aumente, a fim de que a entidade seja oxigenada em ideias, enxertada em participações, mas, sobretudo, enriquecida com interessados (as) em doar-se por ela. Essa tarefa deve, necessariamente, ser empreendida por todos, diretoria e associados.

 

Comunicação. A comunicação é fundamental para aumentar o número de sócios e crescer. Além das ações já realizadas, a diretoria resolveu enviar O Bandeirante, seu órgão oficial informativo-literário, através da mídia eletrônica, assim como estudar a viabilidade de ter uma página própria na Internet e, através dela, oferecer outros serviços gratuitos aos seus associados adimplentes.

 

As tarefas são grandes e desafiadoras. A diretoria está muito animada e empenhada. Resta saber o que os associados, cada qual a seu modo e disponibilidade, podem igualmente fazer pela nossa querida Sobrames – SP.

 

 


[*] O Bandeirante. Ano XV – no 172 (março): 1, 2007.

 

Publicado em: às 16 de outubro de 2009 em 16:49  Deixe um comentário  
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